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"Educar não é apenas um ato de amor, mas uma arte!"
Lais Lacerda
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Educação à Distância
• Definição
• Formato • Modelo de Edicação à Distância Fajolca • Novos Conceitos de Curso e Aula • Novas Possibilidades Educacionais • Mudança na Educação Educação a distância é o processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias,
onde professores e alunos estão separados espacial e/ou temporalmente. É ensino/aprendizagem onde professores e alunos
não estão normalmente juntos, fisicamente, mas podem estar conectados, interligados por tecnologias, principalmente as
telemáticas, como a Internet. Mas também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o
telefone, o fax e tecnologias semelhantes.
A educação a distância pode ter ou não momentos presenciais, mas acontece
fundamentalmente com professores e alunos separados fisicamente no espaço e ou no tempo, mas podendo estar juntos
através de tecnologias de comunicação.
A maior parte das instituições que oferecem cursos a distância também o
fazem no ensino presencial. Esse é o modelo atual predominante no Brasil e será adotado pela FAJOLCA.
As tecnologias interativas, sobretudo, vêm evidenciando, na educação a distância, o que deveria ser o cerne de
qualquer processo de educação: a interação e a interlocução entre todos os que estão envolvidos nesse processo.
Na medida em que avançam as tecnologias de comunicação virtual (que conectam pessoas que estão distantes fisicamente
como a Internet, telecomunicações, videoconferência, redes de alta velocidade) o conceito de presencialidade também
se altera. Poderemos ter professores externos compartilhando determinadas aulas, um professor de fora "entrando" com
sua imagem e voz, na aula de outro professor... Haverá, assim, um intercâmbio maior de saberes, possibilitando que
cada professor colabore, com seus conhecimentos específicos, no processo de construção do conhecimento, muitas vezes
a distância.
O conceito de curso, de aula também muda. Hoje, ainda entendemos por aula um espaço e um tempo determinados.
Mas, esse tempo e esse espaço, cada vez mais, serão flexíveis. O professor continuará "dando aula", e enriquecerá
esse processo com as possibilidades que as tecnologias interativas proporcionam: para receber e responder mensagens
dos alunos, criar listas de discussão e alimentar continuamente os debates e pesquisas com textos, páginas da Internet,
até mesmo fora do horário específico da aula. Há uma possibilidade cada vez mais acentuada de estarmos todos presentes
em muitos tempos e espaços diferentes. Assim, tanto professores quanto alunos estarão motivados, entendendo "aula" como
pesquisa e intercâmbio. Nesse processo, o papel do professor vem sendo redimensionado e cada vez mais ele se torna um
supervisor, um animador, um incentivador dos alunos na instigante aventura do conhecimento.
As possibilidades educacionais que se abrem são fantásticas. Com o alargamento da banda de transmissão, como acontece na
TV a cabo, torna-se mais fácil poder ver-nos e ouvir-nos a distância. Muitos cursos poderão ser realizados a distância
com som e imagem, principalmente cursos de atualização, de extensão. As possibilidades de interação serão diretamente
proporcionais ao número de pessoas envolvidas.
O processo de mudança na educação a distância não é uniforme nem fácil. Iremos mudando aos poucos, em todos os níveis
e modalidades educacionais. Há uma grande desigualdade econômica, de acesso, de maturidade, de motivação das pessoas.
Alguns estão preparados para a mudança, outros muitos não. É difícil mudar padrões adquiridos (gerenciais, atitudinais)
das organizações, governos, dos profissionais e da sociedade. E a maioria não tem acesso a esses recursos tecnológicos,
que podem democratizar o acesso à informação. Por isso, é da maior relevância possibilitar a todos o acesso às
tecnologias, à informação significativa e à mediação de professores efetivamente preparados para a sua utilização
inovadora.
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