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"Educar não é apenas um ato de amor, mas uma arte!"
Lais Lacerda
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Crédito de Carbono
Os créditos de carbono são uma espécie de moeda que se pode obter em negociações
internacionais por países que ainda desconsideram o efeito estufa e o aquecimento global. Esses são adquiridos por
países que tem um índice de emissão de CO2 reduzidos, através desses fecham negociações com países poluidores.
A quantidade de créditos de carbono recebida varia de acordo com a quantidade de emissão de carbono reduzida.
Para cada tonelada reduzida de carbono o país recebe um crédito, o que também vale para a redução do metano, só
que neste caso o país recebe cerca de vinte e um créditos.
Os países que mais negociam créditos de carbono são os países da Europa e Japão que por liberarem pouco carbono acumulam grande quantidade de créditos aumentando assim a renda do país, pois aliviam os países que desconsideram o Protocolo de Kyoto, estabelecido em 1997, e o aquecimento global, que compram créditos como ocorre com os Estados Unidos e com a Austrália, esses relacionam o acordo à diminuição do desenvolvimento econômico. Existem pessoas que discutem sobre este sistema de créditos de carbono, pois julgam que este favorece o mercado e não propriamente o meio ambiente como propõe. Também julgam que tal crédito dá aos países poluidores o direito de continuarem poluindo se pagarem pelos créditos que a priori possui cota de compra limitada. Por outro lado, o sistema de crédito de carbono dá aos países menos poluidores o incentivo para que continuem o processo de valorizar o meio ambiente e em troca melhorar sua economia já que este sistema é altamente rentável aos países que o adere. O NUPPE estuda e pesquisa os créditos de carbono com um grupo de alunos do curso de ciências contábeis |